O desenho e a infância

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No post anterior, falei sobre o desenho como uma forma de autoexpressão e de como o ato de desenhar remete à nossa infância – aqueles pequenos momentos de criar despretensiosamente com materiais simples, como papel sulfite e lápis de cor. Além de ser uma atividade de lazer, desenhar durante a infância também é saudável, já que ajuda no desenvolvimento da criança. 

Para uma pesquisa completa sobre o tema acesse: https://portal.fslf.edu.br/wp-content/uploads/2016/12/tcc_02-1.pdf

       imagem: Javier Gonzalez 

Falando em desenho e desenvolvimento infantil, é interessante notar que a pré-história é como se fosse a infância do homem contemporâneo. Se ao desenhar a criança utiliza materiais acessíveis, geralmente aqueles que seus pais disponibilizam, o chamado “homem das cavernas” fazia o mesmo, transformando terra colorida e sangue de animais em tinta. (para mais informações acesse: https://www.infoescola.com/artes/arte-rupestre/)

A tela dos homens primitivos era a parede e o teto de cavernas. Lá, retratavam cenas cotidianas, como os animais que caçavam e seres humanos. Sua preocupação não era com a fidelidade entre os desenhos e a realidade, mas com o registro em si, contando histórias por meio de silhuetas. Milhares de anos depois, a arte rupestre continua tendo importância, sendo preservada, estudada e admirada.

Por isso, considero todo desenho uma forma de arte, sejam rabiscos de uma criança, um retrato à mão livre, um rascunho despretensioso ou uma tela em um museu. O importante é expressar os sentimentos e as emoções, independentemente da maneira como faz isso.






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